A Apple entrou com uma ação judicial em um tribunal federal dos EUA, acusando a OpenAI e dois ex-funcionários de mau uso dos segredos comerciais da gigante tecnológica. A queixa gira em torno de Chang Liu, um ex-engenheiro da Apple que deixou a empresa em janeiro, e Tang Tan, diretor de hardware da OpenAI, que a Apple afirma ter tentado obter informações proprietárias enquanto entrevistava funcionários da Apple.
A OpenAI respondeu prontamente, afirmando que a Apple nunca levantou as alegações específicas na época e que a empresa foi informada de que o assunto estava sendo "resolvido". A startup acrescentou que não ouviu nada por cinco meses antes que a ação judicial fosse apresentada.
De acordo com a OpenAI, os próprios funcionários da Apple entraram em contato com Liu, pedindo que ele localizasse as informações alegadas – um ponto que a Apple agora admite. A OpenAI enfatizou que não possui, nem pretende usar, quaisquer segredos comerciais da Apple.
A equipe jurídica da Apple pediu ao tribunal uma liminar para impedir que os ex-funcionários e a OpenAI acessem, usem ou divulguem quaisquer informações confidenciais da Apple. A empresa também solicitou uma descoberta expedita e depoimentos de vários funcionários da OpenAI, incluindo Liu e Tan.
Em uma declaração, a OpenAI chamou o pedido de liminar da Apple de "baseado em informações falsas e completamente desnecessário". A empresa de IA descreveu a ação judicial como "descuidada, agressiva e estranhamente pessoal", acrescentando que a reputação da Apple por se preocupar com detalhes não se alinha com a ação judicial atual.
A Apple ainda não comentou a resposta da OpenAI.
Este artigo foi escrito com a assistência de IA.
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