O co-fundador da iRobot, Brooks, relata um quase-acidente com um robô humanoide Agility Robotics Digit que caiu quando ele se aproximou demais, levando-o a manter uma distância de três metros de robôs bipedais em movimento. Ele argumenta que os mecanismos de caminhada atuais tornam a certificação de segurança para zonas compartilhadas de humanos e robôs virtualmente impossível, limitando o uso de humanoides em saúde e fábricas. Olhando para o futuro, Brooks prevê que, dentro de 15 anos, os "humanoides" não terão nada a ver com as máquinas bipedais de hoje, favorecendo rodas, contagens de braços variadas e novas posições de sensores.
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