Artistas adultos questionam por que o agente de IA Muse, da Meta, pode participar de conversas sexualmente explícitas enquanto a empresa restringe suas próprias contas em redes sociais. Os criadores afirmam ter percebido um duplo padrão na forma como as plataformas decidem qual conteúdo adulto é aceitável para criadores humanos e o que seus sistemas de IA podem produzir.
Artistas adultos questionam por que a Meta permite que seu agente de IA, Muse, participe de conversas sexualmente explícitas enquanto a empresa restringe suas próprias contas em redes sociais.
Por que a Muse, da Meta, pode falar de forma explícita enquanto criadores enfrentam limites?
A frustração reflete um duplo padrão que os criadores dizem ter percebido na prática. Muitos profissionais do sexo dependem de redes sociais para divulgar suas páginas no OnlyFans e afirmam que essas contas enfrentam limites que a própria ferramenta de IA da empresa não enfrenta.
Como os deepfakes de IA estão afetando criadores do OnlyFans?
As reclamações dos criadores também evidenciam um problema mais amplo com a IA generativa. Vanniall, criadora do OnlyFans que vive na cidade de Nova York, diz que a tecnologia tornou sua vida mais difícil. Ela encontra regularmente na internet deepfakes de si mesma, que são imagens e vídeos gerados por IA que copiam sua aparência com um realismo impressionante. Ela afirma que, com frequência, não consegue removê-los.
O redator sênior da Wired, Reece Rogers, reportou a disputa, que gira em torno de como as plataformas decidem qual conteúdo adulto é aceitável para criadores humanos e o que seus sistemas de IA têm permissão para produzir.
O episódio pressiona a Meta a explicar como suas regras se aplicam aos próprios produtos de IA. Para os artistas que ganham a vida com conteúdo adulto, a questão é menos sobre tecnologia em abstrato e mais sobre quem tem o direito de se expressar livremente online e quem é silenciado.
Este artigo foi escrito com a assistência de IA.
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